Mariz, advogado de Temer, pede suspeição de Janot a Fachin

Mariz, advogado de Temer, pede suspeição de Janot a Fachin

Mariz, advogado de Temer, pede suspeição de Janot a Fachin

A defesa do presidente Michel Temer pediu que o Supremo Tribunal Federal considere o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspeito para atuar no inquérito que investiga Temer e o ex-assessor do presidente e também ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, do PMDB.

Em razão da sua "uma obsessiva conduta persecutória", Janot não poderia mais prosseguir no comando das investigações, de acordo com a defesa do peemedebista. Ela foi submetida a sabatina no Senado e teve a indicação aprovada em 12 de julho.
Ela substituirá no cargo Rodrigo Janot, cujo mandato à frente da PGR se encerra no próximo dia 17 de setembro.
Janot ofereceu denúncia contra Temer pelo crime de corrupção passiva.

Segundo a defesa de Temer, Janot está "olvidando-se por completo de seu dever de fidelidade à realidade fática" quando afirma que "o Presidente da República, no diálogo que teve com o Sr".

Sobre a delação de pessoas ligadas à empresa, Janot também é acusado de ter conhecimento e ainda assim não impedir "inadequado relacionamento" entre procuradores da República e delatores da JBS. Pelo terceiro biênio consecutivo, ela ocupa uma cadeira do Conselho Superior do Ministério Público.

A primeira denúncia formulada por Janot contra o presidente foi analisada na semana passada pelo plenário da Câmara, que por imperativos constitucionais deve autorizar o STF a processar um governante no exercício das suas funções. Na noite de terça-feira, ela se encontrou com o presidente Michel Temer em reunião fora de agenda, no Jaburu.

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Já o engenheiro Samuel Loures e a empresa VogBR foram denunciados por emitirem laudo enganoso sobre a estabilidade da barragem. Dos 22 réus, 21 respondem por homicídio com dolo eventual, inundação, desabamento, lesão corporal e crimes ambientais.

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Caberá a Dodge comandar todo o trabalho da PGR que tramita no Supremo, incluindo as investigações da Lava Jato.

No poder, é bastante provável que Raquel Dogde faça uma espécie de auditoria informal (pente-fino) das ações do grupo de Janot na Procuradoria Geral da República.

A estratégia do presidente, ao pedir a suspeição de Janot é se antecipar a uma possível nova denúncia, por obstrução da Justiça ou organização criminosa. Vale dizer, o presidente da República estaria negociando propina. Ela foi a segunda colocada na lista tríplice entregue pelos membros do Ministério Público Federal, que realizaram um eleição interna.

"Esta infamante imputação foi extraída da realidade? Não".

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, Temer afirmou que o procurador tem uma atuação de "natureza política".

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