Itamaraty critica ato militar na Venezuela após declaração de Trump

Itamaraty critica ato militar na Venezuela após declaração de Trump

Itamaraty critica ato militar na Venezuela após declaração de Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nessa sexta-feira (11) que não descarta a "opção militar" para a crise que aflige a Venezuela, país que, na opinião dele, se encontra afundado no que chamou "bagunça muito perigosa".

O bloco composto pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai referiu, num comunicado divulgado hoje, que "os únicos meios aceitáveis para a promoção da democracia são o diálogo e a diplomacia". "O repúdio à violência e a qualquer opção que envolva o uso da força é inarredável e constitui base fundamental do convívio democrático, tanto no plano interno como no das relações internacionais", diz o documento.

O governo em Caracas não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre a ameaça de Trump. "Mas uma operação militar, uma opção militar é seguramente algo que podíamos explorar", afirmou Donald Trump. Vocês sabem que estamos em todo o mundo, temos tropas em todo o mundo e em sítios muito longínquos.

Em reação, alguns países criticaram as declarações do americano. "O presidente Trump terá prazer em falar com o líder da Venezuela assim que a democracia seja restaurada naquele país", explicava o comunicado da Casa Branca. "Os EUA estão com o povo da Venezuela perante a contínua opressão do regime de Maduro".

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"O cidadão Nicolas Maduro é confirmado como presidente constitucional da República Bolivariana da Venezuela, chefe de Estado e de Governo, e comandante da Força Armada", declarou o primeiro-vice-presidente da Constituinte, Aristóbulo Istúriz.

"Não posso imaginar nenhum governo na América Latina, de direita ou esquerda, que concorde com essa ideia", disse à BBC Michael Shifter, presidente da organização Interamerican Dialogue, com sede em Washington.

O regime de Maduro tem estado sob crescente pressão internacional desde a eleição da nova Assembleia Constituinte, no dia 30 de julho, por entre acusações de fraude eleitoral e receios de que se trate de um golpe de Estado constitucional.

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