China pede que Trump não misture comércio com conflito norte-coreano

China pede que Trump não misture comércio com conflito norte-coreano

China pede que Trump não misture comércio com conflito norte-coreano

Em uma reunião de gabinete nesta segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse a repórteres que seu governo irá cuidar das ameaças realizadas pela Coreia do Norte, mas não forneceu detalhes sobre como planeja fazer isso.

Pelo Twitter, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU disse que "já chega de falar sobre a Coreia do Norte". "A China pode facilmente resolver este problema!"

"Acreditamos que o assunto nuclear da Coreia do Norte e o comércio entre a China e os Estados Unidos são assuntos que fazem parte de âmbitos totalmente diferentes".

A Coreia do Norte disse no sábado que havia conduzido um outro teste bem-sucedido de um míssil balístico intercontinental que comprovou sua habilidade de atingir os Estados Unidos, desencadeando um alerta de Trump e uma reprimenda da China.

Os contínuos testes de armamento de Pyongyang elevaram a tensão na península coreana e levaram Donald Trump a ameaçar realizar ataques preventivos contra a Coreia do Norte.

Qian considerou ainda que as "relações comerciais entre China e EUA são, no geral, mutuamente benéficas" para os dois países e que os "Estados Unidos beneficiam muito do comércio bilateral e cooperação no âmbito do investimento".

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Os EUA já utilizaram sobrevoos de bombardeiro supersônico B1-B "Lancer" como demonstração de força em resposta a lançamentos de mísseis norte-coreanos ou a testes nucleares.

"Se os Estados Unidos insistirem nas suas aventuras militares contra nós e nos seus planos de sanções intensivos, responderemos com uma acção enérgica e justa como já declarámos anteriormente", afirma um porta-voz do ministério no comunicado citado pela agência espanhola Efe.

O último projétil norte-coreano, um Hwasong-14, voou quase mil quilômetros e alcançou uma altitude máxima de mais de 3.700 quilômetros, o que fez os especialistas indicarem que poderia alcançar boa parte do território americano.

O comunicado sublinha que "os movimentos desesperados dos imperialistas norte-americanos só vão redobrar a vontade do exército e do povo coreano para acelerar o reforço das suas capacidades defensivas".

Além disso, os responsáveis da diplomacia norte-americana afirmaram que vão endurecer as sanções no Conselho de Segurança da ONU, e também a nível unilateral, como castigo pelo ensaio balístico.

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