Câmara dos Deputados decide futuro de Temer nesta quarta

Câmara dos Deputados decide futuro de Temer nesta quarta

Câmara dos Deputados decide futuro de Temer nesta quarta

O pedido foi aprovado por 292 votos a favor, 20 contra e duas abstenções.

Durante os discursos, ainda pela manhã, o relator Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) reiterou a sua crítica à denúncia, afirmando que não há nexo causal entre o ato delituoso e o presidente Temer e não há provas contra o presidente.

Ele repetiu que não vê elementos necessários na denúncia para que o presidente possa virar réu e seja afastado do cargo.

Com o resultado, a Câmara não aprova a admissibilidade para que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue o presidente.

Autor da denúncia, Janot não tem espaço para defender a acusação contra Temer.

Curioso também é a ausência das massas que durante anos se manifestavam nas ruas empunhnando bandeiras e slogans como For a Dilma, Fora Lula, Foea PT, fora corruptos e quando um presidente é apanhado em gravações comprometedoras e seus principais auxiliaries e aliados no Congresso tambémestão sendo denunciados por corrupção, essas grandes massas estão ausentes, mudas de uma crise tão ou mais grave do que a ocorrida durante o processo de Impeachment de Dilma, de quem Temer foi sócio majoritário.

Dos 263 que votaram para livrar Temer de ser investigado, processado e condenado pelo STF nada menos do que 111 deputados, ou seja, 42,2% estão com problemas na justiça e dos 227 que votaram contra o Presidente, jactando-se de falar em nome do povo, da democracia, daliberdade, da transparência, nada menos do que 62 também estão as voltas com a Justiça e diversos são também investigados por corrupção.

342 deputados precisam estar presentes no plenário para que a votação seja efetivamente, iniciada.

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A primeira sessão começou pontualmente às 9h. A oposição apresentou cinco requerimentos pedindo o adiantamento da votação, mas todos foram rejeitados.

Num indicativo de vitória do governo, o plenário da Câmara aprovou no início da tarde desta quarta-feira um requerimento para encerrar a fase de discussão em plenário na análise da autorização para que o STF julgue a denúncia contra o presidente Michel Temer. A relatora do pedido é a ministra Rosa Weber.

Em seguida, discursaram o relator do caso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), e o advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira.

O PSDB deve orientar os deputados do partido a votarem a favor da aceitação da denúncia contra o presidente Michel Temer. Pelo regimento da Casa, a sessão deliberativa pode durar quatro horas, prorrogáveis por mais uma. Caso esse número não seja atingido, outra sessão será convocada, para nova votação.

Os trabalhos serão abertos com a presença de 51 deputados no plenário e o debate, com 52.

Na hora do voto, os deputados serão chamados ao microfone em ordem alfabética, por Estado, alternadamente do Norte para o Sul e vice-versa.

A votação foi marcada por troca de ofensas entre governistas e oposicionistas e até momentos de tumulto. O autor da denúncia, o procurador-geral da República, não participou da sessão de juízo de admissibilidade da denúncia, contrariando, segundo eles, o artigo 86º da Constituição Federal. Os opositores querem o direito de explicar o porquê de seu voto; o presidente diz que tem que ser "sim ou não". Segundo ele, os deputados devem considerar "os altos interesses do país" ao decidir sobre a autorização do processo contra o presidente.

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