Moro condena Sérgio Cabral a 14 anos e 2 meses de prisão

Moro condena Sérgio Cabral a 14 anos e 2 meses de prisão

Moro condena Sérgio Cabral a 14 anos e 2 meses de prisão

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foi condenado pelo juiz Sérgio Moro - responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância - a 14 anos e 2 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Veja a íntegra da sentença.

A ex-primeira dama, Adriana Ancelmo e Mônica Carvalho, mulher de Wilson Carlos e ex-assessora de Cabral no Senado, que também eram rés no processo, foram absolvidas por insuficiência de provas.

O ex-governador é réu em outras nove ações. Atualmente, ele está em um presídio em Benfica, onde ficava o antigo Batalhão Especial Prisional (BEP), que foi recentemente reformado. Wilson Carlos está preso no Paraná.

Cabral comecerá a cumprir pena em regime fechado e a progressão para o crime de corrupção fica condicionada à devolução do que foi desviado. Pelos crimes de lavagem de dinheiro, o estipulado foi 100 dias multa - neste caso, cada dia multa corresponde a cinco salários mínimos vigentes em maio de 2014.

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O G1 tenta contato com a defesa de Cabral e dos outros dois condenados, mas até a última atualização desta reportagem não havia conseguido.

Na sentença, o juiz Moro devem continuar presos enquanto recorrem da condenação. O juiz Moro determinou o bloqueio de R$ 6,6 milhões em bens dos condenados, como imóveis, por exemplo, e lembrou que há indícios de que contas bancárias deles foram esvaziadas antes que fossem bloqueadas, no início das investigações. "A definição dos bens equivalentes a serem confiscados deverá ser feita na fase de execução", declarou o juiz.

"Não se pode ainda ignorar a situação quase falimentar do Governo do Estado do Rio de Janeiro, com sofrimento da população e dos servidores públicos, e que ela, embora resultante de um série de fatores, tem também sua origem na cobrança sistemática de propinas pelo ex-Governador e seus associados, com impactos na eficiência da Administração Pública e nos custos dos orçamentos públicos", escreveu na sentença.

O sócio do ex-governador Carlos Emanuel Miranda foi sentenciado a 12 anos de prisão. Mas isso, por si só, não configura crime de lavagem de dinheiro, analisou o juiz federal.

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