Economia cresce 2,8% e regista o maior avanço em quase dez anos

Economia cresce 2,8% e regista o maior avanço em quase dez anos

Economia cresce 2,8% e regista o maior avanço em quase dez anos

Mariana Mortágua fez esta afirmação, comentando a notícia de que a economia portuguesa cresceu 2,8% no primeiro trimestre de 2017.

O Núcleo de Conjuntura da Economia Portuguesa (NECEP), da Universidade Católica, é o que se mostra mais otimista: na sua nota de conjuntura de abril, estima que o PIB tenha registado um crescimento de 0,9% face ao trimestre anterior e uma variação homóloga de 2,7%.

Mesmo destacando o crescimento homólogo de 2,8% como "o mais alto desde 2007", a instituição Informação de Mercados Financeiros (IMF) faz questão de lembrar que o PIB luso "ainda não recuperou os níveis anteriores à crise de 2008".

Segundo o INE, a economia portuguesa cresceu 2,8% no primeiro trimestre de 2017 face ao mesmo período do ano passado e, comparando com o trimestre anterior, cresceu 1%.

Por outro lado, o contributo da procura interna "diminuiu de forma expressiva devido, principalmente, ao comportamento do investimento", refere a entidade estatística, acrescentando que a formação bruta de capital fixo foi positiva no primeiro trimestre deste ano, "mas inferior ao observado no trimestre anterior".

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A justificar estes dados, estão, segundo o INE, um aumento da procura externa, assim como uma recuperação no investimento. Já em termos homólogos, no trimestre anterior o PIB tinha crescido 2%.

O INE indica que, quanto à variação homóloga, "esta aceleração resultou do maior contributo da procura externa líquida, que passou de negativo para positivo", traduzindo o aumento mais acentuado das exportações do que o das importações, ao passo que a procura interna "manteve um contributo positivo elevado, embora inferior ao do trimestre precedente", registando-se uma "desaceleração do consumo privado e uma aceleração do investimento".

Rui Bernardes Serra, economista-chefe do Montepio, explicou à Lusa que "os indicadores de atividade conhecidos nos últimos dias para o mês de março (volume de negócios nos serviços, balança comercial de bens e, agora, também a produção na construção) revelaram-se tendencialmente favoráveis", o que levou o banco a rever em alta as suas previsões.

Relativamente aos fatores que podem fazer abrandar o crescimento da economia ao longo do ano, os três economistas apontam essencialmente riscos externos, nomeadamente a evolução das políticas monetária e económica dos Estados Unidos da América e também a saída do Reino Unido da União Europeia.

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